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"Até mesmo verdades ditas na Fox News se tornam mentiras" - Lois Griffin. |
"Saiu na Veja", me disse o reaça. Parei e pensei se valeria a pena discutir com o cidadão. Eis aqui uma dica: não, não vale.
A velocidade da informação e as inúmeras plataformas para compartilhamento de notícias e principalmente as redes sociais fazem com que o máximo de informação que se absorva sejam o título e subtítulo de uma postagem ou matéria. O cidadão politizado brasileiro é aquele que compartilha memes: texto em cima e texto embaixo.
Como explicar para o cidadão o que significa realmente "ter saído na Veja"? Me lembro de um dos episódios de "Family Guy" (minha série preferida) em que Lois Griffin diz "Se saiu na Fox News é mentira. Até mesmo verdades, ditas na Fox News se tornam mentiras". O mesmo vale sobre a imparcialidade da revista Veja e outros meios de comunicação. (Globo News)
Não que seja mentira, (ainda). Mas denúncias precisam ser averiguadas. O que a revista faz é matar a cobra e mostrar o pau antes mesmo do ataque. O oportunismo de divulgar uma "denúncia" em que todos os candidatos menos Aécio floquinhos de Neve recebem propina da Petrobrás me parece um tanto estranha. É mentira? Bem há de se investigar e provavelmente não é mentira, é apenas parte do jogo da supracitada publicação; uma tentativa de mudar os rumos da eleição presidencial - faltando menos de um mês para a mesma,- para depois se auto proclamar a formadora de opiniões e decisões políticas do povo brasileiro.
Então as pessoas gritam manchetes com Dilma + Propina + Petrobrás e já fudeu tudo. O finado Eduardo Campos, que saiu desta vida como exemplo de ética, vejam só, também recebia propinas, para o terror da princesinha do pop, Marina Silva, que está ainda se adaptando a casa nova, o PSB e disse que não quer ver "Eduardo morrer duas vezes". Tadinha.
A velocidade da informação e as inúmeras plataformas para compartilhamento de notícias e principalmente as redes sociais fazem com que o máximo de informação que se absorva sejam o título e subtítulo de uma postagem ou matéria. O cidadão politizado brasileiro é aquele que compartilha memes: texto em cima e texto embaixo.
Como explicar para o cidadão o que significa realmente "ter saído na Veja"? Me lembro de um dos episódios de "Family Guy" (minha série preferida) em que Lois Griffin diz "Se saiu na Fox News é mentira. Até mesmo verdades, ditas na Fox News se tornam mentiras". O mesmo vale sobre a imparcialidade da revista Veja e outros meios de comunicação. (Globo News)
Não que seja mentira, (ainda). Mas denúncias precisam ser averiguadas. O que a revista faz é matar a cobra e mostrar o pau antes mesmo do ataque. O oportunismo de divulgar uma "denúncia" em que todos os candidatos menos Aécio floquinhos de Neve recebem propina da Petrobrás me parece um tanto estranha. É mentira? Bem há de se investigar e provavelmente não é mentira, é apenas parte do jogo da supracitada publicação; uma tentativa de mudar os rumos da eleição presidencial - faltando menos de um mês para a mesma,- para depois se auto proclamar a formadora de opiniões e decisões políticas do povo brasileiro.
Então as pessoas gritam manchetes com Dilma + Propina + Petrobrás e já fudeu tudo. O finado Eduardo Campos, que saiu desta vida como exemplo de ética, vejam só, também recebia propinas, para o terror da princesinha do pop, Marina Silva, que está ainda se adaptando a casa nova, o PSB e disse que não quer ver "Eduardo morrer duas vezes". Tadinha.
Dilma mandou a máxima petista de que "vai esperar as investigações para saber que atitudes tomar"
Já Aécio que vinha caindo nas pesquisas agora ergue a cabeça e fala em "mensalão 2" e sai como o único bonzinho da história toda.
Então voltamos a questão: Verdade ou não, ainda não se sabe. Eu não sou tão inocente a ponto de dizer que não existiu e que foi tudo armação. A armação existe sim, quando se publica uma denúncia, não comprovada, que não configura crime. A armação existe quando se publica algo como verdade absoluta, selecionando os envolvidos e deixando de lado aqueles que interessam, os aliados, ou seja, não é jornalismo, é militância.
Mas não seria esse o papel da mídia? Moldar o pensamento das pessoas? O que a revista faz é escolher o que e quando publicar. Nada se falou ou se fala sobre o mensalão do PSDB. Nada se falou sobre o helicóptero cheio de pó, ou sobre a administração falha de Aécio no governo de Minas Gerais. Nenhuma palavra sobre o Aeroporto ao lado da fazenda do tio de Aécinho.
O que aconteceu é que: Algumas pessoas entenderam que elas podem se fechar para alguns fatos e se abrir para outros. Se você falar sobre a satisfação do povo brasileiro em relação aos programas sociais, dirão que é tudo mentira. Que é tudo armado. Que ninguém gosta do Mais médicos e que o bolsa família cria um monte de vagabundos. Por mais que você mostre números, dados concretos, nada disso existe. Apenas a revista Veja.
O folhetim faz direitinho o seu papel, as pessoas é que não fazem os deles. É preciso olhar os outros lados de cada história, buscar suas fontes. A presidente (me recuso a escrever "presidenta") não está diretamente envolvida em nenhuma das acusações, mas é para ela que são direcionados os golpes.
Você pensa em jogar essas cartas e a carta do apoio a ditadura militar, que a revista apoiou e ouve um "Mas era naquele tempo". O que fazer? Nada. Não adiantam nem mesmo os fatos comprovados. Quem quer acreditar que o Brasil virou Cuba acreditará de olhos fechados, sem levantar questionamentos. Não verá no oportunismo desesperado, da tentativa de elevar o PSDB - a cada pesquisa mais perto dos "nanicos".
Há quem acredite que a verdade é assim conveniente. Que tudo se encaixa perfeitamente, sem interesses partidários, ou sujeira nas mãos dos editores e repórteres. Há quem realmente acredite que só se falou em corrupção na era PT, pois, foi apenas nela que existiu a roubalheira. Há quem fale em saúde e educação com um saudosismo utópico, como se ambas houvessem existido em governos passados. A verdade é seletiva, tem a ver com interesses. A verdade é corrompida, não existe por inteiro. Você verá apenas aquilo que querem que você veja. É muito inocente acreditar no bem e no mal assim tão bem definidos.
Veja mais do que aquilo que lhe foi permitido. Questione os interesses de suas fontes e não feche os olhos para o mundo ao redor. Você pode estar acreditando num grande conto de fadas, mas quem te conta é a madrasta.
O que aconteceu é que: Algumas pessoas entenderam que elas podem se fechar para alguns fatos e se abrir para outros. Se você falar sobre a satisfação do povo brasileiro em relação aos programas sociais, dirão que é tudo mentira. Que é tudo armado. Que ninguém gosta do Mais médicos e que o bolsa família cria um monte de vagabundos. Por mais que você mostre números, dados concretos, nada disso existe. Apenas a revista Veja.
O folhetim faz direitinho o seu papel, as pessoas é que não fazem os deles. É preciso olhar os outros lados de cada história, buscar suas fontes. A presidente (me recuso a escrever "presidenta") não está diretamente envolvida em nenhuma das acusações, mas é para ela que são direcionados os golpes.
Você pensa em jogar essas cartas e a carta do apoio a ditadura militar, que a revista apoiou e ouve um "Mas era naquele tempo". O que fazer? Nada. Não adiantam nem mesmo os fatos comprovados. Quem quer acreditar que o Brasil virou Cuba acreditará de olhos fechados, sem levantar questionamentos. Não verá no oportunismo desesperado, da tentativa de elevar o PSDB - a cada pesquisa mais perto dos "nanicos".
Há quem acredite que a verdade é assim conveniente. Que tudo se encaixa perfeitamente, sem interesses partidários, ou sujeira nas mãos dos editores e repórteres. Há quem realmente acredite que só se falou em corrupção na era PT, pois, foi apenas nela que existiu a roubalheira. Há quem fale em saúde e educação com um saudosismo utópico, como se ambas houvessem existido em governos passados. A verdade é seletiva, tem a ver com interesses. A verdade é corrompida, não existe por inteiro. Você verá apenas aquilo que querem que você veja. É muito inocente acreditar no bem e no mal assim tão bem definidos.
Veja mais do que aquilo que lhe foi permitido. Questione os interesses de suas fontes e não feche os olhos para o mundo ao redor. Você pode estar acreditando num grande conto de fadas, mas quem te conta é a madrasta.
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